Fertivitro lança o programa Opportunity

Projeto visa oferecer descontos em tratamentos para reprodução assistida aos pacientes com problemas de infertilidade e recursos limitados

 

Por Dr. Luiz Eduardo Albuquerque

 

Depois de tantos anos atuando em Reprodução Humana e vendo como a técnica evolui mundialmente para ajudar pacientes que estão em busca de realizar o sonho de ter um filho, nós, da Fertivitro, idealizamos uma iniciativa que pretende ampliar a gama de pessoas beneficiadas.

Como se sabe, os tratamentos de reprodução assistida necessitam de várias etapas e medicamentos importados que não são totalmente acessíveis ao bolso da população brasileira em geral. Infelizmente, hoje, existem poucas oportunidades de procedimentos gratuitos. Pensando nisso, a Fertivitro criou o projeto Opportunity.

O Opportunity é um programa de acesso à fertilização humana. É voltado a casais que apresentam problemas de infertilidade com recursos limitados, sem condições de investir em tratamentos mais complexos. Não é gratuito, mas oferece descontos de até 40% nos procedimentos. O custo total vai depender do perfil financeiro dos pacientes, pois, quanto menor o rendimento, maior será o desconto concedido pela Fertivitro, já que o projeto é assistencial.

Para participar, os pacientes precisam passar por uma consulta médica para avaliar o tipo de tratamento e, após estarem dentro dos critérios estabelecidos (idade da mulher menor que 38 anos, aprovação pós-avaliação médica e análise financeira), serão selecionados. Todos os procedimentos serão realizados na Fertivitro – Centro de Reprodução Humana. O agendamento é feito pelo site www.desejoengravidar.com.br ou por telefone: 0800-LIG FERT (0800-544 3378).

O programa oferece todos os tipos de tratamentos para a infertilidade conjugal, desde os de baixa complexidade, como coito programado e inseminação intratuterina, até os de alta complexidade, como a fertilização in vitro e a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozóides.

Como tudo começou

A ideia surgiu em meio a discussões entre a equipe médica do Centro de Estudos da Fertivitro que, sustentada pelo pilar de responsabilidade social e atenta às necessidades da sociedade que procura pela maternidade e paternidade, desenvolveu uma iniciativa que tem como objetivo oferecer aos casais inférteis a oportunidade de realizar um tratamento de fertilização.

No site www.desejoengravidar.com.br, também é possível se informar sobre os tipos de tratamentos, custos, um guia completo para o paciente, unidades de atendimento e conhecer a equipe especialista em RA que trabalha no programa Opportunity.

Outras informações também no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

* Dr Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista e especialista em Reprodução Assistida, é diretor da Fertivitro — Centro de Reprodução Humana.

 

 

Deixe um comentário

Testículo ectópico tem cura

Criptorquidia ou criptorquia, doença também conhecida como testículo ectópico, é quando o testículo (gônada sexual masculina ) não desce corretamente da cavidade abdominal para o escroto, durante a vida intrauterina, nos nove meses de gestação. Geralmente ocorre em bebês prematuros e afeta até 4% dos recém-nascidos.

Quando a gônada sexual masculina não desce até o primeiro ano da criança, é preciso haver uma avaliação médica precisa, para que seja determinado o tratamento por injeções de hormônios ou realizada uma cirurgia, a fim de reduzir uma lesão testicular permanente. Os testículos que não descem de forma natural são considerados anormais e podem desenvolver o câncer.

Se um ou os dois testículos não descerem, o homem pode tornar-se estéril, caso o problema não seja tratado.

Informações relacionadas estão no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

 

Deixe um comentário

Barriga de aluguel é indicada para mulheres que não podem gestar

A barriga de aluguel ou útero de substituição é indicada em casos em que a mulher não possui o útero ou apresenta alguma contraindicação para gestar. Segundo o Código de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina, a barriga de aluguel só poderá ser realizada quando a portadora for parente de primeiro ou segundo graus dos pacientes que estão sendo submetidos ao tratamento. Quando o casal não possuir parentes, é necessário solicitar um parecer junto ao nosso Conselho de Medicina para autorizar o procedimento.

Nesse caso, o processo de fertilização consiste em fazer a mulher produzir óvulos, que serão fertilizados em laboratório pelos espermatozóides do parceiro e, uma vez formados os pré-embriões, é realizada a transferência destes para o útero de substituição. “É importante salientar que o procedimento de barriga de aluguel não pode apresentar caráter comercial”, afirma Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista, especialista em fertilização e diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana.

Informações relacionadas estão no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

 

Deixe um comentário

ABC da infertilidade masculina

Aspiração Testicular do Espermatozóide

É mais habitual ler e ouvir sobre termos voltados para a infertilidade feminina, mas os fatores que causam a falta de fertilidade a um casal podem ser tanto da mulher como do homem. Atualmente, cerca de 30% das causas são femininas, 30% são masculinas e 25% são conjuntas.

A Fertivitro — Centro de Reprodução Humana preparou um glossário com o significado de vários vocábulos do universo masculino.

Análise Seminal: exame também chamado de espermograma, que tem o objetivo de quantificar e qualificar os espermatozóides e o líquido seminal. Os principais parâmetros avaliados são: volume do ejaculado, quantidade de espermatozóides, mobilidade e morfologia.

MESA (Microsurgical Epididymal Sperm Aspiration): Aspiração Microcirúrgica de Espermatozóide do Epidídimo. Técnica de obtenção de espermatozóides no epidídimo de homens azoospérmicos, em geral por causa obstrutiva, por aspiração microcirúrgica do epidídimo exposto por incisão da bolsa escrotal.

Oligoteratozoospermia: é o diagnóstico do espermograma que indica baixa quantidade e mobilidade de espermatozóides

PESA: aspiração percutânea de espermatozóides do epidídimo.

TESA (Testicular Sperm Aspiration): Aspiração Testicular do Espermatozóide – técnica de obtenção de espermatozóides no testículo por meio de aspiração percutânea com agulha.

Informações relacionadas estão no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

 

 

 

Deixe um comentário

No divã da clínica de fertilização

Paralelamente ao tratamento médico, pacientes são atendidos por psicólogos para aprenderem a lidar com o procedimento da reprodução assistida

 

Por Ana Rosa Detilio Monaco*


Quando um casal procura uma clínica de reprodução humana para realizar o sonho de ter um filho, não imagina que, aliado ao tratamento médico, ele é submetido ao atendimento psicológico. Os pacientes sempre se surpreendem, porque explicam que não têm “problemas psicológicos”, apenas estão em busca da fertilização.

É que a maioria dos casais espera engravidar na primeira tentativa, por acreditar que a medicina tem total controle da situação. Devido a esse pensamento, os pacientes não vêem motivos para passarem com um psicólogo, pois muitas pessoas entendem que o trabalho desse profissional é abordar problemas emocionais, portanto, não teriam demanda para uma consulta, já que tudo parece tão simples. Mas pesquisas mostram que, mulheres submetidas a tratamentos de reprodução assistida, apresentam níveis mais altos de ansiedade e tensão emocional.

Por mais que o avanço da Medicina tenha ajudado muitas pessoas a realizarem o sonho da maternidade e paternidade, vivenciar o procedimento da reprodução humana, em alguns momentos, não é tão simples quanto parece. É aí que o psicólogo entra em cena, ao explicar o passo a passo do aspecto emocional envolvido no tratamento.

Entendo que seja muito importante o paciente estar consciente sobre todo o processo que envolve a reprodução assistida, para que possa viver os momentos de maneira mais confortável. Não é que tudo o que envolva o tratamento seja ruim, mas sempre digo que é bem diferente de tudo o que já vivemos ou pensamos um dia viver. Submeter-se a um tratamento médico para ter um filho não faz parte dos planos de ninguém, porque sempre queremos que ocorra de forma natural.

Além de informar como tudo funciona, permitimos que os pacientes compartilhem as suas angústias, os seus medos e as suas dúvidas conosco. O objetivo é deixar o casal à vontade para tratar o assunto que necessitar sempre protegido pelo sigilo.

As consultas podem ser individuais ou em casal, dependendo da demanda, e tendem a abordar os seguintes temas:

  • Sentimentos e as representações frente ao diagnóstico      de infertilidade e o tratamento.
  • Como lidar com a família e os amigos diante do      tratamento.
  • As emoções e as diferentes fases do procedimento.
  • Baixa-estima e sentimentos de inferioridade.
  • .A interação do casal com a equipe médica.
  • O casal e suas diferenças tanto no diagnóstico como no      tratamento.
  • Como lidar com o resultado negativo.
  • A questão do tempo e as angústias desencadeadas.
  • Quem é o culpado e como lidar com este sentimento.
  • Relacionamento e sexualidade.
  • Contar ou não ao filho sobre o tratamento e muitos      outros assuntos.

No atendimento psicológico, também se oferece um suporte para compreender os sentimentos que surgem neste momento na vida das pessoas envolvidas, sempre pensando que cada um tende a viver estas representações de forma diferente, compreendê-las pode fazer toda a diferença.

Nós, da Fertivitro, pretendemos propiciar com este trabalho um espaço acolhedor, em que possamos juntos encontrar os melhores caminhos, visando o bem-estar de nossos pacientes.

 
* Ana Rosa Detilio Monaco é psicóloga da Fertivitro — Centro de Reprodução Humana, especialista em Reprodução Assistida

Mais informações no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

Comentários (2)

Espermatozóides de homens obesos são mais fracos

A obesidade não é prejudicial apenas para a fertilidade feminina, ao ocasionar falha na ovulação ou aborto, dentre outros problemas. O que poucos sabem é que o excesso de peso também é um fator negativo para homens que pretendem ser pais.

Espermatozóides de homens obesos ou acima do peso apresentam alteração na quantidade (produção bem menor), na motilidade (são mais lentos) e na morfologia (mudança no formato), características negativas que interferem na capacidade de penetrar e fecundar o óvulo. Isso se dá porque o homem obeso tem aumento de temperatura testicular reduzindo a qualidade dos espermatozóides e produz menos testosterona e mais hormônio estradiol do que aquele que está com o peso ideal, o que acaba gerando distúrbios no sistema reprodutivo.

De acordo com o Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista, especialista em fertilização e diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana, para pacientes com problemas de fertilidade, o indicado é o casal emagrecer antes de tentar uma gravidez, para que os hormônios voltem ao normal. “Mesmo com tratamento de reprodução de assistida para melhorar a fertilização, eu recomendo a perda de peso para também evitar riscos na gestação, como o aborto, diabetes e a hipertensão”, alerta.

Se após um ano de tentativas para engravidar, o casal não obter sucesso, é recomendado procurar ajuda numa clínica de reprodução humana. Existem três procedimentos para o tratamento de infertilidade a partir de ovulação induzida: coito programado, cuja relação sexual é programada para o período fértil; Inseminação Intrauterina (IIU), que consiste em selecionar os melhores espermatozóides e colocá-los dentro do útero, para facilitar o encontro do óvulo com os espermatozóides; e a fertilização in vitro, em que a fecundação dos gametas (óvulos e espermatozóides) é feita em laboratório.

Mais informações relacionadas à reprodução assistida estão no site da Fertivitro www.fertivitro.com.br.

Deixe um comentário

Ovulação induzida

Com as atuais técnicas de tratamento de reprodução assistida, mulheres que não conseguem ovular naturalmente ou apresentam deficiência na ovulação também podem engravidar. Para isso, é preciso realizar a indução da ovulação. Como a paciente não produz o gameta feminino, conhecido como óvulo, é necessário ingerir medicamentos que atuam estimulando a mulher a produzir as gonadotrofinas (hormônios que agem estimulando os ovários) ou utilizando as próprias gonadotrofinas (FSH – Hormônio Folículo Estimulante e LH – Hormônio Luteinizante). “É válido lembrar que medicação com estrogênio e progesterona não serve para induzir a ovulação, apenas substituem os hormônios produzidos pelos ovários”, alerta Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista, especialista em fertilização e diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana.

O medicamento é sugerido de acordo com o perfil da paciente e o tratamento adotado. Deve-se levar em consideração também a idade e os antecedentes genéticos da mulher, pois associados a exames laboratoriais pode-se ter uma idéia da reserva ovariana, ou seja, como está a saúde dos ovários.  

É bom lembrar que os ovários são órgãos de consumo, ou seja, estima-se que uma mulher na sua menacme  (primeira menstruação) possui cerca de 300 a 400 mil células com potencial de gerarem um óvulo, e que todos os meses se consomem aproximadamente mil células, mas somente uma ou no máximo duas serão ovuladas.

O objetivo da indução é de melhorar a qualidade e quantidade dos óvulos, na tentativa de aumentar as chances de ocorrer a fecundação (penetração do espermatozoide no interior do óvulo) e a implantação (fase em que o pré-embrião se aloja na cavidade do útero). Com a produção de mais ou melhores gametas femininos, cresce a oportunidade de uma gravidez. 

Existem três procedimentos para o tratamento de infertilidade a partir de ovulação induzida: coito programado, cuja relação sexual é programada para o período fértil; Inseminação Intrauterina (IIU), que consiste em selecionar os melhores espermatozóides e colocá-los dentro do útero, para facilitar o encontro do óvulo com os espermatozóides; e a fertilização in vitro, em que a fecundação dos gametas (óvulos e espermatozóides) é feita em laboratório.

Mais informações relacionadas à reprodução assistida estão no site da Fertivitro www.fertivitro.com.br.

Comentários (2)

Preconceito na fertilização

Enfrentar os desafios impostos pelo sentimento de culpa e pela sociedade faz parte do percurso de superação dos pacientes de reprodução assistida


Por Ana Rosa Detilio Monaco*

O assunto preconceito é sempre bastante difícil de ser abordado na sociedade, muitas questões envolvem as verdades implícitas dentro desta realidade que é tão inerente a natureza humana que, de certa forma, apresentam-se ignoradas ou ainda negadas por nós. O motivo dessa negação talvez seja porque os sentimentos desencadeados pelo preconceito se mostram desconfortáveis.

Quando qualquer pessoa pensa em ter um filho, deseja que este seja concebido de forma natural como a maioria, mas ter que abdicar desde direito, que a princípio parece tão natural, mostra-se complicado, pois o diagnóstico de infertilidade causa um impacto negativo no estado emocional. Trata-se de uma situação que provoca vários sentimentos: vergonha, profunda tristeza, angústia e ansiedade, alterando, assim, o projeto de vida do casal.

Ter que recorrer à Reprodução Assistida (RA) para ter um filho, quando o motivo é a infertilidade, é assumir a experiência de uma limitação. Por isso, muitas pessoas demoram para buscar auxílio médico, o que pode dificultar a possibilidade de sucesso do tratamento. É preciso entender que procriar é algo que não está sob o controle humano, tanto na impossibilidade de engravidar, como no caso de uma gravidez indesejada.

Outro sentimento decorrente da infertilidade é a culpa. É muito comum os pacientes me relatarem que evitaram por muito anos ter filhos, utilizando medicamentos ou até interrompendo gestações indesejadas. São nestes casos que o sentimento de culpa surge, por imaginarem que poderiam ter engravidado anteriormente sem o tratamento médico, como se somente isso fosse a causa do problema, mas não é.

Assumir para a família, aos amigos e a sociedade em geral a reprodução assistida, a muitos casais, principalmente aos que já tiveram resultados negativos em tratamentos anteriores, torna-se um grande tabu. Além de terem de enfrentar todos os procedimentos médicos, a ansiedade e o medo de um novo diagnóstico negativo, ainda precisam aceitar que “são diferentes” e enfrentar o preconceito gerado pela sociedade, por não seguirem as regras da natureza. Por mais que a ciência esteja evoluindo de forma astronômica, precisamos concordar que, para algumas situações, o melhor seria não ter que necessitar dela, e ter filho é, sem dúvida, uma delas.

Vários casais me contam que ouvem que não deveriam fazer tratamento para ter filhos, pois, afinal, existem tantas crianças abandonadas. Este é o típico exemplo de preconceito real existente frente às técnicas de reprodução assistida, ou é até um sentimento vivido pelo próprio paciente, que não tem recursos para lidar com tantas exigências. Sem contar com as questões religiosas, ao questionarem tais procedimentos. Portanto, é muito natural o casal apresentar dificuldades em recorrer à fertilização assistida, pelo fato de ter que lidar com a dúvida, a vergonha e o medo.

Para quem vive a realidade das técnicas de reprodução assistida, sejam pacientes ou profissionais, precisa rever a todo instante suas verdades e valores, para se adequar à evolução. Nos últimos anos, muito já foi realizado para ajudar a solucionar o problema, mas ainda há o desafio de superação.

A meu ver, seguir em frente é a melhor receita para sobreviver, e cada um deve saber como construir este percurso. Mas ninguém disse que seria fácil. Para quem optou a seguir com o tratamento de reprodução assistida, a minha sugestão é ter a certeza da opção escolhida e aprender a conviver com as adversidades da vida, geradas em tantos outros campos também.

 

* Ana Rosa Detilio Monaco é psicóloga da Fertivitro — Centro de Reprodução Humana, especialista em Reprodução Assistida

Mais informações no site da Fertivitro: www.fertivitro.com.br

Comentários (2)

Inflamação na tireoide interfere na capacidade de gestar

O sistema endócrino controla diversas funções do corpo. Qualquer alteração ou deficiência impactará no bom funcionamento do organismo. No caso de algum problema identificado na tireoide, a fertilidade da mulher poderá estar comprometida, porque a correta atuação da glândula facilita a ovulação e implantação do embrião. Além disso, mesmo que a paciente fique grávida, existe o risco aumentado de aborto.

Estima-se que as doenças da tireoide afetam mais de 300 milhões de pessoas no mundo, sendo que 90% são mulheres, principalmente, na faixa acima dos 30 e 40 anos.

No caso do hipotireoidismo (deficiência de hormônio tireoidiano) e hipertireoidismo (excesso de hormônio tireoidiano), os efeitos são tanto para a mulher quanto para o bebê, como o aumento das taxas de aborto, a incidência de hipertensão na gravidez e consequente parto prematuro. “Exame para avaliar a função da tireoide é um dos primeiros que solicitamos quando uma paciente nos procura para engravidar. Este tipo de teste vai nos orientar qual procedimento adotar”, afirma Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista, especialista em fertilização e diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana.

Em muitas situações de alteração na tireoide que geram infertilidade feminina, o primeiro passo é regularizar seu funcionamento para obter sucesso nos tratamentos de reprodução assistida. Nesses casos, as pacientes devem procurar o endocrinologista, que realizará o tratamento e regularização do funcionamento da tireoide. Em seguida, caso necessário, inicia-se o procedimento de reprodução assistida adequado ao casal.

Mais informações relacionadas à reprodução assistida estão no site da Fertivitro www.fertivitro.com.br.

Comentários (2)

Útero septado tem reversão

Útero septado é uma falha estrutural congênita na formação da cavidade do órgão, que apresenta um septo dividindo a cavidade uterina em duas. Devido a esta anomalia, a mulher pode apresentar aborto de repetição, parto prematuro, restrição de crescimento fetal intra-útero e infertilidade.

O diagnóstico dessa malformação poderá ser realizado por exames de imagem como ultrassonografia, ressonância magnética e até por histeroscopia. Após avaliação das cavidades, pode-se planejar o melhor tratamento. Geralmente, a cirurgia é mais indicada para a correção do órgão.

Se ainda com o tratamento, a mulher continuar com sinais de infertilidade e após um ano de tentativas não conseguir engravidar, sugere-se um procedimento de reprodução assistida.

De acordo com Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista, especialista em fertilização e diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana, existem três tipos de técnicas a serem aplicadas para se conseguir uma gestação. O coito programado, cuja relação sexual é programada para o período fértil; Inseminação Intrauterina (IIU), que consiste em selecionar os melhores espermatozóides e colocá-los dentro do útero, para facilitar o encontro do óvulo com os espermatozóides; e a fertilização in vitro, em que a fecundação dos gametas (óvulos e espermatozóides) é realizada em laboratório.

Mais informações sobre reprodução assistida estão no site da Fertivitro www.fertivitro.com.br.

Deixe um comentário

« Posts mais recentes · Posts mais antigos »
Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.