Barriga de aluguel é opção para mulheres que não podem gestar

Vanessa e sua barriga de aluguel, a irmã Talita Camera Gracetti

Vanessa e sua barriga de aluguel, a irmã Talita Camera Gracetti

 

  • A paciente da Fertivitro, Vanessa Camera Rola, optou pelo útero de substituição da sua irmã e hoje tem a sua filha Manuella de 3 anos
  • De acordo com a Resolução CFM nº 2.013/13, no Brasil, a técnica só pode ser adotada quando a barriga de aluguel for parente consanguíneo de até quarto grau

O útero de substituição, mais conhecido como barriga de aluguel, é um tratamento indicado quando a mulher não possui o útero ou apresenta alguma contraindicação para gestar e precisa do procedimento de reprodução humana para realizar o sonho de ter um filho.

Foi o caso de Vanessa Camera Rola, 35 anos, que aos quatro anos teve um câncer nos rins que reincidiu no útero e a levou para uma histerectomia – cirurgia de retirada do útero. Ciente do benefício e informada sobre a legislação brasileira, sua irmã Talita Camera Gracetti se ofereceu para ser a barriga de aluguel. Então nascia a Manuella Camera Rola, hoje com três anos. “Eu e o meu marido (Ricardo Costa Rola) aceitamos a sugestão da minha irmã na mesma hora. Vivi a gestação como se fosse minha. Eu agendava e acompanhava todas as consultas e os exames”, conta Vanessa. Talita, tia e madrinha da Manuella, conseguiu amamentá-la por 45 dias, depois a amamentação seguiu com o leite artificial.

Para Vanessa, adotar o útero de substituição foi algo muito natural, tanto que durante toda a gestação ela e seu marido produziram fotos, fizeram vídeo e já contam para a Manuella como ela veio ao mundo. “Eu não deixaria de ser mãe por este motivo, mas a mulher precisa se aceitar e entender o seu problema antes de tomar a decisão. Meu conselho é: não deixe de realizar o seu sonho pelo fato de não poder gestar, isso é muito pequeno“. E complementa: “A maternidade é um amor incondicional, a maior alegria, é um complemento da vida de uma mulher!”.

Legislação
De acordo com a Resolução CFM nº 2.013/13, determinada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), atualizada no dia 8 de maio de 2013, o útero de substituição só pode ser adotado quando a portadora da barriga de aluguel for parente consanguíneo de até quarto grau (no caso, mães, irmãs e primas). Antes dessa atualização, o CFM só permitia a técnica em parentes de primeiro e segundo graus do casal. Em outros casos, o médico deve encaminhar um documento para o CFM analisar a possibilidade de tratamento. O procedimento não pode apresentar caráter comercial, porque as leis e as normas éticas no Brasil consideram o corpo humano e seus órgãos fora de comércio.

Em relação à filiação da criança, pelo direito vigente, a gestação e o parto são determinantes da maternidade, ou seja, as crianças serão registradas em nome da mãe que gerou para depois ocorrer a transferência em nome dos pais biológicos. “Para evitar problemas de registro, é indicado os pais biológicos assinarem um contrato jurídico ou termo de consentimento e ter a autorização prévia do Conselho Federal de Medicina, estabelecendo a filiação”, indica Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista especialista em Reprodução Assistida, diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana.

Tratamento
As indicações para a adoção da barriga de aluguel são de caráter exclusivamente médico: infertilidade devido à ausência ou malformação uterina, doenças uterinas que impeçam ou dificultam a gestação, ou doenças maternas que são de contraindicação de gravidez, como abortos de repetição sem causa definida, isoimunização grave (formação de anticorpos pelo organismo da mãe Rh negativa que vão reagir contra os glóbulos vermelhos do feto Rh positivo, destruindo-os e causando anemia), cardiopatias graves, doenças autoimunes descompensadas, falência renal, e etc.

O tratamento consiste em fazer a paciente produzir óvulos, que serão fertilizados em laboratório com os espermatozoides do seu parceiro, por meio da técnica de fertilização in vitro, e assim que os pré-embriões estiverem formados, serão transferidos para o útero de substituição. Em casos especiais, é possível utilizar espermatozoides provindos do banco de sêmen ou óvulos doados por outras mulheres. “Todas as pessoas envolvidas de forma direta ou indireta deverão assinar um termo de consentimento, com esclarecimento detalhado da técnica, dos riscos e dos resultados”, orienta Dr. Luiz Eduardo Albuquerque da Fertivitro.

Já a mulher ‘portadora’ do útero necessitará de uma avaliação médica com o objetivo de conhecer as condições de sua saúde para a boa evolução da gestação.

Genética
Nos casos de barriga de aluguel, a criança gerada não será portadora dos genes da gestante, ela carregará a herança genética dos pais biológicos. A gestante é entendida como a mulher que cede temporariamente seu útero para gestação de um bebê sem qualquer relação biológica, sendo concebido pelos gametas (óvulo e espermatozoide) do casal, o qual a criança deverá ser entregue após o nascimento.


Sobre o Dr. Luiz Eduardo Albuquerque

Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor clínico da Fertivitro, é ginecologista especialista em Reprodução Humana. Mestre em Ginecologia pela Unifesp e pós-graduado em Ginecologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ), possui o TEGO – Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia, certificado pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Em seu currículo internacional destacam-se: título de especialista em Reprodução Humana pelo Instituto Dexeus, certificado em Barcelona, na Espanha; membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM), nos Estados Unidos; e membro da European Society of Human Reproductive and Embriology (ESHRE), na Bélgica.

O profissional atuou como diretor do Núcleo de Esterilidade Conjugal do Centro de Referência da Saúde da Mulher, no Hospital Pérola Byington, em São Paulo (SP), durante os anos de 2001 a 2003.

Foi médico do setor de Reprodução Humana da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), entre 2004 e 2014.


Sobre a Fertivitro

A  FERTIVITRO — Centro de Reprodução Humana, clínica especializada em tratamentos para a infertilidade, alia tecnologia de última geração a um atendimento humanizado.

A Fertivitro iniciou suas atividades em 2002, com o objetivo de ampliar os casos de sucesso no tratamento da infertilidade. A clínica reúne profissionais constantemente atualizados, de grande reputação e conhecimento na área reprodução assistida.

Canais da Fertivitro:

Site: http://www.fertivitro.com.br

Blog: https://fertivitro.wordpress.com

Facebook: http://www.facebook.com/fertivitro

Twitter: http://www.twitter.com/fertivitro

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A Fertivitro retornará dia 4 de janeiro de 2016

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Especialista da Fertivitro orienta como as gestantes podem se proteger do Zika Vírus

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  • Atenção especial durante o pré-natal, uso de repelentes indicados pelos médicos, instalação de telas nas portas e janelas são algumas medidas cautelares para o controle, de acordo com a orientação de Dr. Luiz Eduardo Albuquerque
  • Zika vírus é um germe transmitido pelo Aedes Aegypti, o mosquito que também transmite a dengue, a febre amarela e a febre chikungunya
  • Somente no Brasil, em 30 de novembro de 2015, 1.248 casos de microcefalia causados pelo Zika Vírus, incluindo 7 mortes, foram relatados em 14 estados do Brasil, que estão sob investigação

 

Nos últimos dias, o Brasil esteve em estado de alerta sobre os males causados pelo Zika vírus, um germe transmitido pelo Aedes Aegypti, o mosquito que também transmite a dengue, a febre amarela e a febre chikungunya. Além de febre, coceira e dores musculares, já foi constatado que o vírus pode causar síndromes neurológicas e malformações congênitas. Em 30 de novembro de 2015, 1.248 casos de microcefalia, incluindo 7 mortes, foram relatados em 14 estados do Brasil, que estão sob investigação. “Trata-se de um vírus novo que ainda não sabemos de todos os problemas que poderão surgir com a infecção feita por ele”, alerta o médico ginecologista, especialista em Reprodução Humana, Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor da Fertivitro.

Dr. Luiz Eduardo explica que durante as primeiras 20 semanas da gravidez, fase em que alguns órgãos estão em formação, especialmente o crânio, os cuidados devem ser redobrados para se evitar possíveis más formações nesta fase de desenvolvimento do feto. “Nós médicos temos a missão de oferecer à paciente o máximo de orientações para que ela possa desfrutar de uma gestação segura tanto física como emocional, e para que o feto possa se desenvolver de forma tranquila e saudável”, ressalta. “É muito importante tomar os cuidados necessários de proteção contra a epidemia do Zika Vírus”, complementa.

Expansão do Zika (OMS)

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, a partir do dia 01 de dezembro deste ano, nove Estados-Membros nas Américas confirmaram circulação autóctone: Brasil, Chile (na Ilha de Páscoa), Colômbia, El Salvador, Guatemala, México, Paraguai, Suriname e Venezuela. No Brasil, foram confirmados os primeiros casos nativos de Zika vírus em maio, totalizando 18 estados, sendo da região Norte (Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), região Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte), a região Sudeste (Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo), a região Centro-Oeste (Mato Grosso), e região Sul (Paraná).

Considerando a expansão da transmissão do Zika vírus na Região das Américas, e tendo em conta as recentes descobertas relacionadas ao Zika vírus, a Organização Pan-Americana da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OPAS / OMS) atualizaram as recomendações sobre a vigilância do vírus Zika. Isto inclui a vigilância para síndromes neurológicas e malformações congênitas, e também fornece recomendações para o acompanhamento de gestantes e recém-nascidos em áreas onde Zika vírus está circulando.

Prevalência da epidemia da microcefalia no Brasil

No mês de julho deste ano, o Brasil RSI NFP (Regulamento Sanitário Internacional – RSI/ Pontos Focais Nacionais do RSI – NFP) relatou a detecção de pacientes com síndromes neurológicas com história recente de infecção pelo Zika vírus, especialmente no estado da Bahia. Até 13 de Julho, 76 pacientes com síndrome neurológica tinham sido identificados, dos quais 55% (42/76) foram confirmados como síndrome de Guillain-Barré (SGB), 5 dos 76 foram confirmados por outras síndromes neurológicas, 4 dos 76 foram descartados e 25 dos 76 continuam sob investigação.

Em outubro, o Regulamento Sanitário Internacional (RSI) notificou a detecção de um aumento anormal em casos de microcefalia na área de saúde pública e privada no estado de Pernambuco, Nordeste do Brasil.

Em 30 de novembro, 1.248 casos (99,7 / 100.000 nascidos vivos) de microcefalia, incluindo 7 mortes, foram relatados em 14 estados do Brasil, que estão sob investigação. Em 2000, a prevalência de microcefalia em recém-nascidos no Brasil foi de 5,5 casos / 100.000 nascidos vivos e em 2010 foi de 5,7 casos / 100.000 nascidos vivos. Estes dados demonstram um aumento de vinte vezes em comparação com a taxa observada em anos anteriores. Os dados foram obtidos do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinac, por sua sigla em Português), que captura dados epidemiológicos relacionados com a gravidez, nascimentos e malformação congênita, além da sóciodemografia das mães.


Principais recomendações de cuidados:

– Uso frequente de repelentes indicados pelos médicos. O mais recomendado pelos especialistas é o Exposis Extreme – aplicar na pele a cada 10 horas e na roupa 1 vez ao dia; em segundo lugar, o OFF Adulto. Neste caso, a gestante deve aplicar na pele a cada 6 horas e 1 vez ao dia na roupa. Outros repelentes que podem ser utilizados pelas gestantes são: Autan, Super Repelex e Citomin. “Lembrando que o uso do repelente é eficaz durante as primeiras 20 semanas. Depois deste período, o acometimento cerebral que leva a microcefalia é ausente, porém, não sabemos ainda se existem outros comprometimentos neurológicos que possam estar correlacionados com a infecção do Zika. Portanto, o uso do repelente deverá ser estendido durante todo o pré-natal”, explica Dr. Luiz.

– Para minimizar o contato do paciente com o vetor, recomenda-se que o descanso seja feito sob mosquiteiros (redes de cama), tratados com ou sem inseticida. Os doentes e outros membros da família devem usar roupas que cobrem as extremidades. Repelentes com DEET (N, N-dietil-3-metilbenzamida), IR3535 (3- [N-butil-N-acetil] aminopropiónico etil-éster), ou icaridina podem ser aplicados na pele ou vestuário exposto; seu uso deve ser estritamente de acordo com as instruções indicadas no rótulo do produto. De acordo com os médicos, não há qualquer evidência de restrição do uso destes repelentes por mulheres grávidas se eles são utilizados de acordo com as orientações do fabricante.

– Aplique telas nas portas e janelas. Estas medidas de prevenção pessoais são também eficazes na prevenção da transmissão do vírus para pessoas saudáveis.

Dr. Luiz Eduardo alerta que para as pacientes que desejam postergar a gestação, mas possuem idade avançada e, portanto, irão perder o seu potencial reprodutivo, não devendo postergar a gestação, poderão fazer a opção de congelar seus embriões e em um momento mais oportuno utilizá-los para tentar uma gestação mais segura. “Essa indicação também pode ser opção para os casais que estão sob tratamento de Fertilização in Vitro, uma vez que o congelamento dos embriões parece não impactar nas chances de gestação”, diz.


Sobre o Dr. Luiz Eduardo Albuquerque

Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor clínico da Fertivitro, é ginecologista especialista em Reprodução Humana. Mestre em Ginecologia pela Unifesp e pós-graduado em Ginecologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ), possui o TEGO – Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia, certificado pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Em seu currículo internacional destacam-se: título de especialista em Reprodução Humana pelo Instituto Dexeus, certificado em Barcelona, na Espanha; membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM), nos Estados Unidos; e membro da European Society of Human Reproductive and Embriology (ESHRE), na Bélgica.

O profissional atuou como diretor do Núcleo de Esterilidade Conjugal do Centro de Referência da Saúde da Mulher, no Hospital Pérola Byington, em São Paulo (SP), durante os anos de 2001 a 2003.

Foi médico do setor de Reprodução Humana da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), entre 2004 e 2014.


Sobre a Fertivitro

A FERTIVITRO — Centro de Reprodução Humana, clínica especializada em tratamentos para a infertilidade, alia tecnologia de última geração a um atendimento humanizado.

A Fertivitro iniciou suas atividades em 2002, com o objetivo de ampliar os casos de sucesso no tratamento da infertilidade. A clínica reúne profissionais constantemente atualizados, de grande reputação e conhecimento na área de reprodução assistida.


Canais da Fertivitro:

Site: http://www.fertivitro.com.br

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O que é a histerossalpingografia?

Tema_11O nome é difícil de pronunciar e o exame, muitas vezes, causa dor, mas a histerossalpingografia é a técnica mais eficaz de analisar o útero, as trompas e os ovários. Ainda que muitas mulheres resistam em realizá-lo, ele é um aliado para o diagnóstico da infertilidade e indicação de tratamento.

A histerossalpingografia é uma radiografia que revela se há permeabilidade das trompas, se existem miomas dentro do útero, anormalidades no colo do útero e sugere inflamações pélvicas. É uma análise fundamental para identificar se tem algum tipo de bloqueio nas tubas uterinas, seja por lesões que causaram obstrução ou pelo efeito da laqueadura.

O exame é feito entre o quinto e o 12º dia do ciclo menstrual. É indicado à paciente tomar um analgésico minutos antes do procedimento para evitar dores. “Não deve ser realizado em gestantes, devido à radiação e contraste inserido no útero, que podem causar abortos ou danos ao feto”, alerta Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, ginecologista e especialista em Reprodução Assistida, diretor da Fertivitro – Centro de Reprodução Humana.

Mais informações relacionadas à reprodução assistida estão nos canais da Fertivitro:

Site: http://www.fertivitro.com.br

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Facebook: www.facebook.com/fertivitro

Twitter: www.twitter.com/fertivitro

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Saiba tudo sobre infertilidade em palestra gratuita promovida pela Fertivitro

Crédito da foto: Camila Amato

Crédito da foto: Camila Amato

Pessoas com problemas de fertilidade que desejam ter filhos e o público interessado no tema poderão esclarecer suas dúvidas na palestra gratuita, organizada pela Fertivitro — Centro de Reprodução Humana, clínica especializada em tratamentos para a infertilidade, que alia tecnologia de última geração ao atendimento humanizado. O evento, que faz parte da quarta edição de uma série de palestras gratuitas sobre infertilidade, será realizado no dia 07 de novembro de 2015, das 9h às 13h, em São Paulo (SP).

As palestras serão ministradas pelo diretor da Fertivitro, Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, médico ginecologista e especialista em reprodução humana, mestre em Ginecologia pela Unifesp e pós-graduado em Ginecologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ). “Acreditamos que temos um papel social importante, que é o de esclarecer as principais dúvidas das pessoas que desejam ter filhos, mas possuem problemas relacionados à infertilidade. Também vou falar sobre custos de tratamentos e condições especiais para a realização dos procedimentos”, ressalta.

Dr. Luiz irá explicar sobre o momento indicado para procurar um especialista em tratamentos para a infertilidade; vai citar quais são os exames necessários para investigar se um casal é infértil; abordar como é feito o diagnóstico; além de descrever os tratamentos realizados e orientar como preservar a fertilidade. O destaque será a apresentação do programa de baixo custo, o Opportunity, que a Fertivitro disponibiliza a pacientes que não conseguem financiar os procedimentos feitos em clínicas particulares.

Sobre o Dr. Luiz Eduardo Albuquerque

Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor clínico da Fertivitro, é ginecologista especialista em Reprodução Humana. Mestre em Ginecologia pela Unifesp e pós-graduado em Ginecologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ), possui o TEGO – Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia, certificado pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Em seu currículo internacional destacam-se: título de especialista em Reprodução Humana pelo Instituto Dexeus, certificado em Barcelona, na Espanha; membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM), nos Estados Unidos; e membro da European Society of Human Reproductive and Embriology (ESHRE), na Bélgica.

O profissional atuou como diretor do Núcleo de Esterilidade Conjugal do Centro de Referência da Saúde da Mulher, no Hospital Pérola Byington, em São Paulo (SP), durante os anos de 2001 a 2003.

Foi médico do setor de Reprodução Humana da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), entre 2004 e 2014.


Sobre a Fertivitro

A  FERTIVITRO — Centro de Reprodução Humana, clínica especializada em tratamentos para a infertilidade, alia tecnologia de última geração a um atendimento humanizado.

A Fertivitro iniciou suas atividades em 2002, com o objetivo de ampliar os casos de sucesso no tratamento da infertilidade. A clínica reúne profissionais constantemente atualizados, de grande reputação e conhecimento na área reprodução assistida.

 

Programação das palestras

 Horário Temas
8h45 Recepção
9h00 Quando procurar um especialista
Quais os exames necessários para a investigação do casal infértil
Como chegar a um diagnóstico
10h00 Coffee break
10h30 Quais os tratamentos utilizados
Como preservar a fertilidade
Programas de baixo custo – como funciona
12h00 Dúvidas

 

Agenda

Data: 07 de novembro de 2015 – sábado

Horário: das 9h às 13h

Local: Hotel Meliá Ibirapuera.

Endereço: Av. Ibirapuera, nº 2.534, Moema, São Paulo (SP)

Inscrições: por telefone (11) 5081-2031, e-mail   fertivitro@fertivitro.com.br ou site fertivitro.com.br/palestra

As vagas são limitadas

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Fertivitro oferece tratamentos com descontos pelo programa Opportunity

5565_fertivitro_facebook-v1_post_noticia_layout-Dollarphotoclub_63152493Preocupada em atender pacientes com recursos limitados para realizar tratamentos de infertilidade em clínicas particulares, a Fertivitro criou um programa de baixo custo – o Opportunity.

O Opportunity oferece desconto de até 40% nos procedimentos. O custo total vai depender do perfil financeiro dos pacientes, pois quanto menor o rendimento, maior será o desconto concedido pelo programa, já que o projeto é assistencial.

O programa oferece todos os tipos de tratamentos para a infertilidade conjugal, desde os de baixa complexidade, como coito programado e inseminação intrauterina; até os de alta complexidade, como a fertilização in vitro e a Injeção Intracitoplasmática de Espermatozoides.

Como participar

Para participar, os pacientes precisam passar por uma consulta médica para avaliar o tipo de tratamento e, após estarem dentro dos critérios estabelecidos (idade da mulher inferior a 38 anos, aprovação pós-avaliação médica e análise financeira), serão selecionados. Todos os procedimentos são realizados na Fertivitro.

No site www.desejoengravidar.com.br, é possível se informar sobre todos os tipos de tratamentos, custos, um guia completo para o paciente, unidades de atendimento e conhecer a equipe especialista em RA que trabalha no programa Opportunity.

Serviço

O agendamento é feito pelo site www.desejoengravidar.com.br ou por telefone: 0800-LIG FERT (0800-544 3378).
Acompanhe as principais notícias sobre reprodução humana nos canais da Fertivitro:

Site: http://www.fertivitro.com.br

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Quando introduzir as papinhas na dieta do seu bebê

5565_fertivitro_facebook-v1_post_noticia_layout-Dollarphotoclub_39092307Para preservar a saúde do seu bebê e evitar uma possível obesidade no futuro, é preciso seguir corretamente a dieta ainda no primeiro ano de vida. Até os seis meses, o ideal é que a criança consuma apenas leite, de preferência o materno, fase chamada de amamentação exclusiva. A partir do sexto mês, é indicado iniciar as papinhas, conforme orientação do pediatra.

O primeiro passo é introduzir sucos de frutas pela manhã. Assim que o bebê estiver adaptado, inclua as frutas, como maçã raspada e banana esmagada, no período da tarde ou à noite.

Como as papas salgadas têm um sabor diferente do que a criança está habituada, o ideal é que sejam oferecidas no almoço e jantar, em pequenas quantidades, em conjunto com o suco de fruta. Essa alimentação pode ser à base de arroz, soja, legumes, frango e carne.

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